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    [Missões] Colin de Capricórnio

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    Colin de Capricórnio
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    [Missões] Colin de Capricórnio

    Mensagem por Colin de Capricórnio em Dom Ago 03, 2014 7:04 pm

    Requisição de uma missão, ta na hora de trabalhar ò.ó
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    MOD Yakecan de Cancer
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    Re: [Missões] Colin de Capricórnio

    Mensagem por MOD Yakecan de Cancer em Seg Ago 04, 2014 6:24 pm

    Missão: O retorno da espada lendária.

    Tema: Desde que sagrou-se cavaleiro, Colin ainda não havia recebido nenhuma missão externa ao Santuário, dedicando-se a melhorar o fio de sua espada através de treinamentos e também instruir aspirantes ou cavaleiros de patente inferior em seus treinos.
    No entanto, a força de um cavaleiro do ouro fora solicitada pelo Grande Mestre. O pontífice conta a Colin que a movimentação dos espectros está aumentando e em virtude disso enviou três cavaleiros de bronze acompanhados de um experiente cavaleiro de prata para investigar a floresta do palatinado na Alemanha, mas não retornaram.
    Relatos afirmam que boa parte da floresta tornou-se uma mata infecta e existe suspeita de atividade de espectros no local.

    Objetivos: Você pode usar de sua imaginação para alterar alguns aspectos da missão, mas evite fugir da ideia central.
    > Narre o encontro com o Grande Mestre e o recebimento da missão, bem como suas peculiaridades.

    > Apresente o cenário contrastante da floresta e da mata infecta, bem como as complicações do local e todas as impressões do personagem sobre o mesmo.

    > Narre o encontro com os cavaleiros enviados e crie a razão pela qual os mesmos não retornaram (podem estar mortos, feridos, perdidos, etc, use a imaginação).

    > Por fim, apresente a batalha com um poderoso inimigo (ou grupo de inimigos), a batalha deve ser considerada difícil a ponto de levar o personagem além de seus limites e finalmente despertar a espada lendária que reside em seu interior.

    Dê a devida profundidade ao texto,
    Boa sorte, divirta-se.


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    Re: [Missões] Colin de Capricórnio

    Mensagem por Colin de Capricórnio em Qua Ago 06, 2014 2:32 pm



    O retorno da Espada Lendária

    Ainda era cedo quando Colin treinava em um dos campos de treino do santuário, vestia sua roupa simples, já que era mais aconchegante para a ocasião. Mesmo tendo treinado com Liam, onde este lhe ensinara tudo que sabia sobre a técnica Excalibur, ele não se sentia bom o suficiente para usá-la. A verdade é que ouvira muito a respeito dos feitos da famosa espada, e perto destes, sua espada ainda era cega. Não era diretamente pressionado por ninguém, mas sentia como se fosse. Precisava manter a fama dos cavaleiros de Capricórnio, e por isto treinava arduamente visando melhorar e afiar ainda mais o fio de sua espada...

    Porém, o treino teria de ser interrompido, pelo menos por aquele momento. Dois aprendizes haviam notado a presença do cavaleiro ali, assim que o perceberam, perguntaram se poderiam assistir ao treino, e posteriormente uma ajuda para treinar. De bom grado, ele ajudou os dois garotos, que não deveriam ter mais do que treze anos. Vestidos com farrapos, eles rapidamente cativaram Colin, onde este último lhes ensinou tudo o que sabia sobre a arte da batalha, ou pelo menos o máximo que dava. Os meninos tinham inexperiência de sobra, enquanto que resistência de menos. Por isto não tardou para que o treinamento tivesse que ser encerrado. Mas ao invés de irem embora, fizeram um último pedido ao cavaleiro.

    - Senhor Colin, o senhor não poderia nos mostrar a espada? Se sabe, a Excalibur. Disse um dos garotos com uma voz de cansaço.

    - Sim! Gostaríamos muito que o senhor nos mostrasse. Este outro tinha uma reserva de energia maior, por isto parecia capaz de continuar os exercícios só para poder ver a Excalibur.

    - Eu... Acho melhor deixar para uma outra hora. Apesar de estar acostumado com aquele tipo de pedido, ele  sempre era pego de surpresa. Nunca mostrara para ninguém sua técnica, uma vez que não considerava ela ainda pronta. Mas daquela vez não conseguiria dizer não, não teria escolha... Tudo bem, se afastem por favor. Após os aprendizes acatarem o pedido, Colin fitou um pedregulho qualquer, mas antes que pudesse fazer qualquer coisa, foi interrompido por um grito.

    - Senhor Colin! Senhor Colin! Era uma amazona prateada, a julgar pela pressa algo séria havia ocorrido, logo notou. O Grande Mestre, ele requisita sua presença no Grande Salão. Ela tenta disfarçar a fadiga, mas sua respiração pesada é notável.

    - Provavelmente não sabe o motivo disto, não é mesmo?

    - Não, senhor, sinto não poder informar. Isso foi tudo o que me fora dito.

    - Tudo bem, não se preocupe, agradeço por ter vindo aqui. Ele pensa um pouco, e então começa a ter uma ideia do que poderia significar tudo aquilo. Já vou indo, Daichi, Ago, outro dia continuamos o treino, preciso ir meninos. Ele se despede dos três ali, e enfim parte para o Salão do Grande Mestre.

    Durante a subida, não conseguiu tirar algo da cabeça. Ansiava em ouvir notícias sobre seu irmão, e inevitavelmente pensava que seria sobre isto que o Grande Mestre iria falar com ele. Mas tinha de se preparar para a decepção, uma vez que as chances de seu desejo se realizarem eram mínimas. De qualquer forma, desde que pudesse ser útil em algo já estava de bom tamanho. Desde que se tornara um dos doze cavaleiros dourados, sequer fizera uma missão. Bem, com certeza haviam motivos para isso, logo não ligava muito a respeito.

    Além do Grande Mestre sentado em seu trono, o salão estava vazio, algo incomum. Normalmente havia mais alguém ali com o homem para lhe ajudá-lo com algo. A passos largos, Colin atravessa a grande sala, e então se ajoelha parcialmente perante o responsável pelo Santuário, como forma respeito.

    - Grande Mestre, mandou me chamar?

    - Sim, Colin de Capricórnio. Me diga, o que estava fazendo?

    - ... Ajudando alguns aprendizes a treinar, senhor. Ele reluta em dizer, uma vez que achava aquilo uma tarefa simples demais para um detentor uma armadura de ouro.

    - Parece incomodado com isso. É uma tarefa honrosa, esta que esta fazendo. Ajudar o povo de Athena é algo admirável, orgulhe-se disso.

    O rapaz assente positivamente.

    - Bem, lhe chamei aqui porque sua ajuda é necessária. Como sabe, uma outra guerra santa se aproxima, e infelizmente nós cavaleiros de Athena não somos os únicos em ação. Os espectros têm se agitado muito ultimamente.

    - Entendo. Aquilo era verdade, Colin havia escutado muitos rumores a respeito de confusões envolvendo espectros por ai.

    - Recebi alguns relatos sobre a floresta do platinado na Alemanha, a qual aparentemente estava morrendo, como se algo a tivesse infectado. As pessoas das vilas próximas temem se aproximar do lugar, alegando que quem ousa entrar lá, nunca mais retorna. Ambos sabemos o que isto significa, não?

    - Espectros... Diz em voz baixa. Com certeza aqueles desgraçados estavam envolvidos nisso.

    - Exato. Por conta disto enviei alguns de nossos bravos irmãos cavaleiros. Um experiente cavaleiro de prata, acompanhado de três cavaleiros de bronze. Mas... Para nosso pesar, eles ainda não retornaram. Não sei o que aconteceu a eles, e muito menos o que se passa naquele lugar. Não quero arriscar mais ninguém, e por isto preciso de alguém forte o suficiente para tratar do assunto.

    - Eu farei, senhor. Não permitirei que mais nada de ruim aconteça àquele lugar. Ele fecha o punho direito na altura do coração, como simbolo de uma promessa.

    - Tenho certeza de que sairá bem, mas ainda assim, tome cuidado. Não sabemos o que encontrará lá...

    Então, após as informações sobre a localização do lugar, Colin se retirou do salão indo em direção à décima casa. Ele pega a urna com a Armadura de Ouro de Capricórnio, mas antes de partir em sua missão, encara por alguns momentos a estátua presente em sua casa. Pedia à deusa Athena para que lhe guiasse em sua primeira missão, e principalmente para que os cavaleiros desaparecidos estivessem ainda vivos...

    A viagem fora tranquila, uma vez que o rapaz recorrera às suas asas de luz. Durante o caminho, chegou a parar apenas para se alimentar em uma pequena vila, já nos limites da Alemanha. Perguntou na taberna onde parou, para onde deveria seguir se quisesse chegar até Alsfed, um dos vilarejos próximos à floresta. Foi informado pela dona do lugar do caminho que deveria seguir, porém a mulher lhe alertou também para os perigos que encontraria por lá. De acordo com ela, as vezes era possível até mesmo para eles ali ouvirem os gritos de agonia que vinham daquele lugar. Além disto, todos que moravam lá haviam se mudado, e muitos se instalaram na pequena vila onde ele estava.

    Por cima de suas simples vestes, vestia uma espécia de capa cinza, que cobria todo seu corpo, inclusive a urna que trazia em suas costas. Mas apesar disso, um velho que bebia por ali logo entendeu que Colin era um cavaleiro, e por isto sentou-se na mesma mesa que o rapaz.

    - Outro cavaleiro, é? O bafo de vinho era forte, provavelmente o velho estava bêbado.

    - Não vou tentar lhe enganar, já sabe bem o que sou. Sim, um cavaleiro de Athena. Mas agora que tocou no assunto, me diga, como assim outro cavaleiro?

    - Há, você não é o primeiro que vem para essas bandas, moleque. Outros quatro passaram por aqui antes, provavelmente indo para o mesmo lugar que você, a floresta maldita. Ele alternava entre beber e falar.

    - Sabe o que houve com eles? Então chamavam o lugar de floresta maldita...

    - Não, devem estar mortos, como todos os outros que ousam se aproximar daquele lugar. Entenda garoto, se você tem um pingo de amor a sua vida, ponha seu rabo entre as pernas, e volte para casa. Tudo o que encontrará aqui será a morte. Colin sentia um pesar nas palavras do velho, como se ele estivesse triste pro dentro.

    - Não se preocupe, senhor. Athena me enviou aqui, darei um fim a toda esta confusão.

    - Athena? Tsc. Não me venha com esse papo mole, moleque. Sua deusa nada faz por nós. Mesmo antes dos desaparecimentos, nosso povo sempre teve dificuldades. Agora então que Alsfed está morrendo, acabou para todos nós. Ele da uma última golada, e então se levanta. Não vou ficar aqui discutindo com você, já vi que é só mais um tolo. Ele se retira do lugar, e desta vez é uma jovem quem se aproxima de Colin para falar com ele.

    - Não ligue para o velho Muller. Ele perdeu a única filha, deste então ficou assim... Ela limpa a mesa enquanto conversa.

    - Como... Como ela morreu?

    - Ninguém sabe. A Lisa era uma mulher corajosa, jurou que ajudaria o povo da cidade dela, e foi até a floresta para descobrir o que acontecia lá... Só que ela também nunca mais voltou... Ela termina de recolher os pratos e então se despede do rapaz.

    O cavaleiro de Capricórnio ficara irritado com aquilo. Detestava quando julgavam errado Athena, mas ao mesmo tempo entendi aquele sentimento. Por muito tempo desacreditou na deusa, culpando-a pelas coisas ruins que lhe aconteciam. Logo entendia um pouco sobre o sentimento que Muller sentia, ainda mais pela perda da única filha. Mas quando a deusa, assim como seus cavaleiros e valores, logo mudara de opinião. Por isto estava decidido, em nome de Athena daria um fim à floresta maldita, e mostraria para aquele velho que ainda há esperança no mundo.

    Ao chegar na abandonada vila de Alsfed, ele logo começou a sentir algo estranho. O lugar estava mesmo vazio, como dito antes. Mas apesar disto, sentia uma presença ali... Não, não vinha dali, e sim de mais ao norte, justamente da onde temia. Não perdeu tempo ali, e logo continuou a caminhada. A floresta ficava mesmo perto do vilarejo, visto que ele perdeu apenas quinze minutos andando. Assim que chegou em sua entrada, pode sentir um poderoso cosmo ruim vindo de lá de dentro... Na verdade não era apenas um, eram três...

    A entrada logo denunciava algo de errado. Para começar, as imensas árvores pareciam estar em maioria mortas, as poucas que ainda pareciam vivas provavelmente não durariam muito tempo. Os troncos secos e cinzentos, os galhos sem folhas e ainda por cima uma clara névoa amarela intimidavam qualquer pessoa normal. Além dos cosmos macabros, ele podia sentir um cheiro podre, e apesar de nunca ter presenciado de fato ela, reconheceu seu cheiro, era a morte...

    Colin resolveu logo vestiu sua armadura, não subestimaria seus oponentes. O cheiro ficava cada vez mais forte conforme ele adentrava o local. Percebia que algumas raízes estranhas saíam do chão, e enrolavam-se nas árvores, como se estivessem sugando a vida delas. E desses troncos infectados, brotavam alguns óvulos amarelos, que estouravam e dai vinha a névoa amarela. Era estupidez de sua parte continuar a respirar aquilo, por isto ele criou uma máscara de luz para proteger sua nariz e boca. Mas aquilo não duraria por muito tempo, uma hora precisaria de oxigênio, por isto começou a andar mais rápido.

    Floresta:


    Se haviam dito que apenas uma parte da floresta estava infectada, provavelmente não haviam ido ali havia tempos. Por todo lugar que caminhava via as raízes corroendo os troncos das árvores, o que tornava o cenário idêntico para onde quer que fosse. Acabaria perdido ali se continuasse assim, isso é, se já não estivesse andando em círculos...

    - Outro visitante, fuhuhuhuhu.

    - Parece que sim.

    - O que a gente faz com ele, Leon?

    - Não sei, Hiroshi. Matamos?

    - Sim, é uma boa, vamos matar um cavaleiro de ouro de Athena, fuhuhuhu.

    As vozes pareciam vir de todos os lados. Colin se posiciona defensivamente, pronto para um confronto direto, porém após aquele breve falatório, o silêncio retorna... Por pouco tempo. Mãos de cadáveres começam a sair do chão, e a tentar agarrar os pés e pernas do rapaz. Ele consegue se livrar delas na força, mas muitas começam a surgir, enquanto que ao mesmo tempo as raízes que penetravam as árvores, se soltavam das mesmas e tentavam agarrar o cavaleiro.

    Ele não aguentaria muito tempo ali, tinha de se livrar daquilo logo. Acalmou-se por uns segundos, o que permitiu as raízes se enrolarem um pouco nele, e alguns braços começaram a puxar suas pernas. Mas no instante seguinte, movendo rapidamente apenas o seu braço direito, Uma dezena de cortes de luz sugiram a partir de seu corpo, cortando tudo ao seu redor.

    Hikari Katto!!

    Com aquilo, ele conseguiu dar conta de todas as raízes naquela área, assim como os braços cadavéricos. Infelizmente muito dos troncos foram cortados também, mas os que sobraram estavam enfim livres das plantas parasitas, e como num passe de mágica começaram a ganhar vida. As cores foram retomando aos troncos, e algumas folhas nascendo nos galhos. A névoa amarela já não existia mais ali, transformando o lugar num grande circulo de ar puro em meio a toda uma floresta contaminada...

    Ainda precisava encontrar os malditos que estavam fazendo aquilo, por isto se concentrou, tentando encontrar em que direção o cosmo deles estava mais forte, e enfim os localizou. Ao que parecia, estavam mais ao centro da região, no que deveria ser o coração da floresta. Mas antes de chegar lá, deparou-se com algo repugnante no meio do caminho. Inúmeros cadáveres estavam jogados pelo chão, como se formasse um caminho. Então aquele era o destinos dos infelizes que daquele lugar se aproximavam...

    No meio a tudo aquilo, haviam quatro corpos vestidos com armaduras. Os cavaleiros que haviam partido para ali antes de Colin, e que haviam dado de cara com os espectros. A raiva que o jovem sentiu na hora fora tão grande, que ele chegou a descontá-la cortando algumas árvores aleatórias. E ao mesmo tempo, sentiu-se triste pois aqueles garotos não haviam sido as únicas vítimas, inúmeros aldeões, entre eles Lisa, a filha do velho Muller também estavam ali. Precisava se acalmar, e lutar por eles. Tinha de soltar as armaduras que estavam presas pelas raízes. Na verdade, as plantas parasitas pareciam também estar sugando energia do corpo dos cavaleiros mortos. Porém quando foi tentar cortá-las, uma punhado de pedregulhos gigantes lhe atingiram desprevenidamente, jogando para longe.

    - Nem pense em fazer isso, Hiroshi vai ficar puto da vida se você cortar as plantinhas dele. Um espectro brutamontes surge em meio a tudo aquilo.

    - Então, acha que só você é o suficiente para me derrotar? Colin se repõe, e quando quase o ataca, percebe que se fizesse isso, retalharia todos os corpos ali presentes. E apesar de já estarem mortos, ele não concorda com a ideia.

    - Até parece que eu ia deixar o tonto do Leon sozinho contra você! O outro espectro pula de um galho atrás de Colin, e com raízes saindo de suas costas, acerta o cavaleiro, mais uma vez arremessando-o contra um tronco.

    - Que-quem são vocês? Esse último ataque havia mesmo machucado o capricorniano.

    - Eu sou Hiroshi de Necromancer, a Estrela Celeste do Espírito.

    Hiroshi:


    - E eu sou Leon de Golem, a Estrela Celeste do Chifre.

    Leon:


    Pelo que o irlandês se lembrava, dentre os espectros haviam os Estrelas Terrestres, considerados os mais fracos deles. E acima destes, haviam os Estrelas Celestes, que mandavam nos Terrestres, sendo assim mais poderosos do que eles. E perante a ele, haviam dois Celestes, algo no mínimo intimidador. Ainda mais por o tal Necromancer parecia ser o responsável pela infecção que se dera na floresta, deixando-os assim com vantagem de terreno. Mas pior do que isso, eram os corpos. Ele não conseguiria lutar ali, tinha de se afastar, pelo pouco que fosse...

    - Se você não vem, eu vou.

    NADARE!!

    Os mesmos pedregulhos que acertaram Colin antes, foram lançados contra ele. Mas desta vez, vendo o que veria, ele conseguiu desviar do ataque.

    KISEIKON!!

    Mais raízes surgiram partindo para cima do cavaleiro. O qual aproveitou a brecha para correr, dando a impressão de que estava fugindo. Por sorte seu plano de se afastar dali dera certo. Os espectros acharam que ele estava tentando fugir, e por isto correram atrás dele. Mas quando se afastou o suficiente, Colin parou de correr e enfim se virou para lutar.

    - Agora sim podemos acabar com isso.

    - Hmm... Agora eu entendo, fuhuhuhu. Aquelas pessoas estão mortas, não seja tolo, por que poupar cadáveres?

    - Isso não é da sua conta. Na verdade nem ele mesmo sabia o porque daquilo, mas sentia que não deveria machucar ainda mais os mortos.

    - Tem esperanças de que ao me derrotar eles voltarão a vida? Fuhuhuhuhu. Não seja tolo, minhas raízes se infiltram nas árvores, sugando a vida delas para que possam gerar as cápsulas de gás. Uma vez que alguém inale o gás, depois de um tempo ela morre. O espectro de Necromancer pula de um dos galhos, e para na direção de Colin. E como se isso não bastasse, todos aqueles mortos por minha técnica, podem me dar uma mãozinha depois, se é que me entende.

    Após dizer aquilo, eis que surgem novamente inúmeras mãos do chão, tentando agarrar Colin. O qual consegue se soltar de algumas, porém logo mais raízes também tentam agarrá-lo. Porém desta vez ele consegue cortar todos rapidamente, apenas utilizando os princípios cortantes de sua Excalibur.

    - Entendo... Então você é mesmo o cavaleiro de Capricórnio, fuhuhuhu. Mas você está se esquecendo de algo.

    - ...

    - Sim, não se esqueça de mim! Nadare!

    O cavaleiro havia mesmo se esquecido por um segundo o outro espectro, e acaba sendo atingido pelos pedregulhos. E antes que pudesse fazer algo, é completamente enrolado pelas raízes, que começam a sugar sua vida. Ele sente sua morte vindo a cada segundo que ficava ali, preso no chão pela técnica do espectro de Necromancer. Seus olhos iam pesando, não conseguia mais mover seu corpo direito, e apesar de tudo isso, era uma sensação boa. Como se durante toda sua vida ele estivesse cansado, e enfim poderia descansar em paz. A doce paz da morte, talvez todos aquelas pessoas desaparecidas tivessem sentido aquilo também, algo bom, não?

    Mas antes de sucumbir completamente àquilo, ele consegue sentir um cosmo familiar. Um cosmo ainda mais aconchegante, e quente. Era o cosmo de Athena! Ele não fazia ideia de como pudesse senti-lo ali de tão longe, mas a sensação era a mesma que sentiu em seu primeiro encontro com a deusa no santuário. Aquilo lhe revitalizara completamente, fazendo-o se lembrar do porque de estar ali. De todas as famílias que sofreram as perdas de seus ente queridos, do velho Muller de sua filha. Queimando seu cosmo, Colin consegue se soltar das raízes e se levantar.

    - Ora vejam só, imaginei que já tinha se acostumado com a doce sensação da morte, fuhuhuhu.

    - Talvez ele prefira uma morte mais dolorida, pode deixar que eu cuido disso. O espectro de Golem se prepara para mais um ataque, só que ao invés de executá-lo, sente uma dor por todo o seu corpo. O-o que é is... E então um corte que vai da cabeça até a virilha surge na parte da frente de seu corpo, jorrando sangue. Estava morto.

    - Minha espada ainda não esta completamente afiada, caso contrário eu teria partido ele ao meio. Agora é sua vez, Hiroshi de Necromancer.

    - C-como você isso?! Você moveu apenas o seu braço direito. Isso não é possível! O espectro restante finalmente começava a entender o poder da Excalibur, e a se desesperar também. Fuhuhuhu, nesse caso basta que eu imobilize seus braços, otário!

    KISEIKON!!

    As raízes consegue mesmo prender ambos os braços de Colin, e o cavaleiro sequer tenta lutar contra aquilo. Pelo contrário, ele mantém uma expressão de seriedade em sua face, e continua calmo.

    - Por que você não diz nada? Eu venci, fuhuhuhuhu, eu venci!

    - ...

    Rápido como se fosse seu braço, Colin faz um movimento de corte com sua perna direita, e no instante seguinte, Hiroshi de Necromancer sente o mesmo corte que Leon de Golem havia sentido, e posteriormente, morre assim como o outro espectro.

    - Apesar de não ser afiada como a verdadeira, posso utilizar minhas espada com minhas pernas também... Ele diz em voz baixo, mesmo sabendo que os dois espectros mortos já não podiam lhe ouvir.

    Após isto, todas as raízes que furavam os troncos das árvores começam a secar e a se esfarelar. A ameaça estava acabada, a floresta começava a ganhar vida novamente. Ele se lembra então dos corpos, e pensa em ir checá-los, ainda acreditava que o que o espectro havia dito era mentira, que os encontraria vivos assim como as árvores. Só que sequer pôde dar um passo, antes de sentir a presença de alguém em suas costas.

    - Aonde pensa que vai, cavaleiro de Athena? O dono terceiro cosmo que Colin havia sentido antes, e só de se aproximar dele, podia ver que era muito mais poderoso que os outros dois.

    - Entendo... Ando muito esquecido ultimamente. De qualquer forma, seus amigos tiveram a justiça que mereciam, candidata-se a recebe-la também? Ele diz num tom sério, como se estivesse falando algo sério, e não uma simples provocação.

    - E acha que pode lutar contra mim? Eu, Allen de Behemoth, a Estrela Celeste Maior da Solidão lhe mostrarei em nome de Hades-sama, o que é justiça de verdade. Ele mantinha um sorriso de confiança em seu rosto.

    Allen:


    Estrela Celeste Maior... Um espectro ainda mais poderoso do que aqueles que Colin havia enfrentado antes. Teria de acabar com aquilo rapidamente, caso contrário as coisas se complicariam. Por conta disto, ele tenta acertar de uma vez seu adversário com um corte de sua Excalibur. Porém, sem sequer se defender, o espectro se deixa acertar pelo ataque, e não sofre um único arranhão.

    - Isso... Por que não foi ferido? Isso não é possível. O rapaz sabia que sua técnica estava longe de estar completa, porém também não era assim tão insignificante.

    - Começou a entender o quão inferior você é, comparado a mim? Sou o cavaleiro mais resistente do exército de Hades-sama, minha Sapúris tem a defesa perfeita. Jamais conseguirá me machucar com uma técnica fajuta dessas. Ele abre um sorriso confiante, e no outro segundo avança rapidamente contra Colin, atingindo-o com a palma da mão direita na barriga.

    - Ugh! Apesar de não ter sido arremessado, o cavaleiro sentiu uma dor tremenda, como se algo tivesse esmagado seu estômago. Até mesmo a Armadura de Ouro de Capricórnio fora rachada naquela parte. Excalibur! Ele se aproveita do fato de que seu oponente estava perto, para tentar lhe atingir. Porém este último para o movimento do braço de Colin, e lhe acerta um chute que o joga para longe.

    - Patético. Minha defesa perfeita permite que eu possa atacar sem me preocupar em ser atingido. Ele caminha na direção do cavaleiro caído. Venha, levante-se e lute. Não disse que me mostraria o que era a justiça?

    Defesa perfeita... Rezavam as lendas que Excalibur, a espada mais poderosa que já existiu, podia cortar qualquer coisa. E que ela fora dada pela deusa Athena ao seu cavaleiro mais fiel, um antigo cavaleiro de Capricórnio. E desde então todos os cavaleiros daquela constelação podiam ser agraciados com a honra de usar a mesma espada. Colin era o atual cavaleiro de Capricórnio, e chegara até mesmo a dominar a técnica. Mas então por que sua espada não era tão afiada quanto aquela das histórias contadas?

    Talvez lhe faltasse determinação, afinal, para que ela servia? Por muito tempo tentou ao máximo dominar aquela técnica, mas sabia mesmo a razão de Athena ter-la dado a um cavaleiro? Sim, para defende-la, e lutar por ela. Não só por ela, mas pela humanidade, até mesmo por aqueles que não acreditam na deusa, ou sequer ouviram falar em seu nome. E ele se encontrava em uma situação assim. Precisava derrotar aquele espectro, caso contrário falharia em sua missão, tornando o sacrifício de todas aquelas pessoas que morreram ali ter sido em vão.

    Colin se levanta, sangue escorre de sua testa, mas nem sentia isto. Até mesmo a dor estrondante de antes já não era mais percebida por ele. Tinha apenas um objetivo, e nada mais importava. Se fosse morrer ali, seria por Athena, pelos aldeões e pelos outros cavaleiros, mas não sem antes acabar com aquele desgraçado.

    - Ah, ainda de pé? Que bom sabe, seria uma pena se você morresse tão rápido assim.

    -...  O cavaleiro começa concentrar seu cosmo, tinha de conseguir. Ele simula um movimento de corte com um braço, porém é com o outro que realmente ataca. Excalibur!

    Allen de Behemot se deixa atingir pela técnica, mais uma vez sem sentir dor alguma.

    - Há, eu já lhe disse, você não tem chances contra mim. Agora é minha vez.

    TE NO NAN HYAKU!!

    O espectro parte na direção de Colin, e some por um segundo, como se tivesse alcançado uma velocidade ainda mais superior que a dele. E no segundo seguinte reaparece já perto do irlandês, desferindo contra seu peito uma palmada com seu braço direito. Apesar de ter sido atingido apenas por uma palma, a sensação era mesmo de centenas de mãos lhe atingindo. Mais uma vez a armadura é danificada, e desta vez o rapaz quase morre por falta de ar.

    - Excalibur!  Ele tenta mais uma vez atingir seu oponente com o corte, e o mesmo novamente se deixa acertar.

    - É inútil, já não lhe disse? Patético, patético, patético! O espectro continua a gritar aquela palavra enquanto acertar inúmeras palmadas em Colin, quase quebrando de vez a armadura do jovem. Após ver a situação, Allen se afasta, como se seu oponente já estivesse morto. Tsc, não vou perder mais tempo contigo, já está morto mesmo.

    Colin continuava se lembrando das coisas. De Liam lhe contando como havia recebido a Excalibur, dele lhe contando que ela na verdade não era uma espada real, mas sim uma parte do cavaleiro. Pensando por este lado, ele finalmente havia entendi o que Athena queria dizer quando em seu primeiro encontro, lhe dissera que a espada não estava com ela. Sim... A espada sempre esteve com ele, só não sabia disso antes... Ela era uma parte do rapaz, bastava apenas se concentrar para senti-la de fato.

    O cavaleiro de levantou, nem ao menos conseguia abrir seu olho direito para valer, suas pernas tremiam, e seus braços estavam jogados, como se tivessem sido quebrados. Mas apesar disto, ele conseguiu levantar o braço direito, e mante-lo nessa posição por um tempo. Tempo este o suficiente para que ele pudesse concentrar ao máximo seu cosmo, e pela primeira vez sentir de fato Excalibur, a espada que nada mais era que uma parte dele mesmo.

    - Inseto insistente. Morrer sozinho não basta para você? Nesse caso, matarei todos das vilas ao redor desse lugar, e só então darei cabo de ti.

    - Não... Eu jurei que lhe daria o julgamento correto, a justiça que merece. E é o que eu farei. Ele se esforça para falar, uma vez que até mesmo respirar já era difícil.

    - Hahahaha, não seja idiota, olhe para você. Mas bem, se insiste tanto nisso, vou lhe matar primeiro.

    - Eu já disse... Se alguém vai morrer aqui... Esse alguém é você.

    - E como isso vai acontecer?

    - Morrerá pelas minhas próprias mãos, ou melhor, pela minha própria lâmina. Ele podia sentir seu braço se transformar de fato em uma espada. Uma confiança tomou conta de Colin no momento, fazendo-o crer que conseguiria mesmo cortar qualquer coisa...

    Cosmo da Excalibur:


    - Seu braço... Ele está brilhando mais do que antes... Isso é...

    - Sim, esse é o seu fim, essa é...

    EXCALIBUR!!

    Excalibur:


    Uma descarga cortante de cosmo energia é disparada do braço direito do cavaleiro na velocidade da luz, acertando sem chances de fuga o espectro. O qual é completamente cortado ao meio verticalmente, sem nem ao menos poder dizer uma última palavra. Estava acabado, até mesmo a suposta Sapúris mais resistente havia sido cortada pela lâmina mais poderosa que já existiu...

    Colin se encosta em um tronco qualquer, quando percebe que o dia já começava a amanhecer. O tempo inteiro que esteve naquela floresta infectada e escura não permitiram que ele notasse as horas passando. As folhas nos troncos eram de uma cor diferente, ele já mais havia visto aquela tonalidade de cinza em algo do tipo. Parecia que as folhas eram mesmo platinadas, algo absurdamente belo. Ele começa a pegar no sono, ou talvez ele só estivesse morrendo mesmo. Mas se fosse o caso, morreria feliz, uma vez que fora útil pelo menos uma vez à Athena, sem contar que finalmente havia conseguido a lendária espada.

    Porém antes de desmaiar de fato pelo cansaço, ele vê a silhueta de alguém se aproximando, e só então acaba apagando. Quando acorda, está deitado em uma cama, com uma compressa de água quente sobre sua testa. Ele tenta se levantar, mas sente uma terrível em seu corpo, estava mesmo machucado.

    - Então você acordou, moleque. O velho Muller entrou no quarto bem na hora, acompanhado da dona da taberna onde Colin havia passado algumas horas anteriormente.

    - Você... Foi você quem me salvou... Como foi que me achou?

    - Eu pensei em ir até Alsfed para ver como as coisas estavam, foi então que vi alguns brilhos vindo da floresta, alguns numa cor de cobre, e um outro prateado. Segui eles, e encontrei você.

    Então no fim das contas as armaduras de bronze e prata dos cavaleiros que morreram na mesma missão que ele, havia lhe ajudado. Ou seja, no fim todos haviam trabalhados juntos para concluírem aquela tarefa...

    - Obrigado, se não tivesse chegado provavelmente eu estaria morto.

    - Sou eu quem deveria agradecer, não? Livrou-nos do mal que acontecia naquela floresta, muitos já começaram a voltar para casa.

    -... Ele pensa em comentar sobre Lisa, a filha de Muller que morrera na floresta, mas achou melhor não. Não é a mim que devem agradecer, e sim a Athena, foi ela quem mandou nós cavaleiros aqui para ajudar vocês.

    - Athena é? Talvez eu estivesse mesmo errado a respeito dessa deusa... Ah, já ia me esquecendo, não conseguimos dar um jeito em sua armadura, ela continua rachada, sinto por isto.

    - Tudo bem, darei um jeito nisso depois. Pensando bem, preciso voltar ao santuário, tenho de reportar logo tudo o que houve aqui.

    - Mas nesse estado você não vai conseguir andar direito, não seria melhor esperar um pouco? A dona da taberna que esteve calada esse tempo inteiro, finalmente diz algo.

    - Não vou andando, não se preocupe.

    - Nesse caso insisto que fique mais um pouco e pelo menos coma, caso contrário nem se você voasse aguentaria fazer uma viagem.

    - Certo. Ele acaba dando um sorriso, aquela mulher lembrava ele de sua mãe, quando ele queria sair para ir ajudar o pai, mas antes ela o obrigava a comer tudo.

    Após a refeição, Colin pega sua urna, e com suas asas douradas parte voando de volta para a Grécia. Aquilo fez com que ele ficasse conhecido naquela região como O Anjo Dourado de Athena. Tinha pressa em voltar para o santuário, precisava contar ao Grande Mestre o que havia acontecido em sua missão, e precisava fazer uma outra coisa também, mostrar aos garotos o que eles tanto queriam ver... Excalibur.




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    Re: [Missões] Colin de Capricórnio

    Mensagem por MOD Yakecan de Cancer em Qua Ago 06, 2014 4:17 pm

    A missão cumpriu muito bem com todos os objetivos, a narrativa mostrou-se muito bem desenvolvida e redigida, um texto de leitura muito agradável, meus parabéns!

    +2 níveis foram adicionados ao personagem.


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    Re: [Missões] Colin de Capricórnio

    Mensagem por Colin de Capricórnio em Sab Ago 09, 2014 2:42 pm

    Mais uma missão por favor, já que não tenho ninguém para 'ir' ao Novas Lendas ;-;
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    Re: [Missões] Colin de Capricórnio

    Mensagem por ADM Cecilia de Griffon em Qua Ago 13, 2014 3:02 pm



    A Ilha de Creta

    Enredo: O defensor da decima casa havia sido enviado em uma missão em caráter especial para combater espectros de Hades que haviam tomado controle de uma região ao sul da Grécia, mais exatamente na ilha de Creta. Colin estava sendo acompanhado por mais dois Cavaleiros de Prata pois a situação era delicada e há tempos não havia mais comunicação com o local.O Grande Mestre havia sido direto e informado que caso a batalha fosse iminente, o máximo de cuidado deveria ser tomado, uma vez que era desconhecida a quantidade de inimigos no local e os cavaleiros não deveriam colocar suas vidas em risco caso a situação estivesse extremamente desfavorável. Os três cavaleiros chegaram então a cidade de Khania, uma cidade litorânea de grande porte, era um dos portos mais importantes da região, o movimento de pessoas era intenso, muito barulho e comercio, natural para uma cidade como aquela. No entanto algo estava estranho e cabia aos cavaleiros descobrir.

    Objetivos: Fica a seu critério criar a situação encontrada na cidade e as informações encontradas no local. É evidente que algo de muito errado está acontecendo por ali, mas ainda há uma massiva presença de civis, logo um combate pode coloca-los em risco. Demonstre os pensamentos e emoções de seu personagem a cada decisão uma vez que ele é quem lidera a missão e tem em suas mãos a vida de outros dois cavaleiros. O combate fica a seu critério e se optar pelo mesmo exponha o que levou seu personagem a fazê-lo e narre o mesmo.  


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    ''She is everything and more, The solemn hypnotic, My dahlia, bathed in possession, She is home to me, I get nervous, preversed, When I see her, it's worse, But the stress is astounding, It's now or never, She's coming home... Forever

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    Re: [Missões] Colin de Capricórnio

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