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    Novas Lendas - Akkarin Vixmalun

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    Re: Novas Lendas - Akkarin Vixmalun

    Mensagem por MOD Sayuki de Benu em Dom Out 01, 2017 4:25 pm

    Avaliação: A dor e a tortura são algo tão presentes nas palavras que é possivel até mesmo sentir o que os npcs criados estão sentindo.

    Não houveram erros aparentes que estragassem a leitura.


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    Re: Novas Lendas - Akkarin Vixmalun

    Mensagem por Akkarin de Wyvern em Ter Out 10, 2017 5:10 pm



    Os Quatorze Prazeres de Akkarin






    Capitulo 3 - Asa de Sangue







     

    Este método entrou para a lista dos meus favoritos assim como a primeira vez que o testei tornou-se uma lembrança gratificante de ótimos dias. A Asa de Sangue ou também conhecida em alguns lugares como Asa de Águia, foi descoberta por mim quando pesquisava boatos, historias e lendas, de marinheiros que viajam pelo mundo e conheciam bastantes sobre varias culturas e tradições. Essa forma de tortura era realizada como punição pelos nórdicos ao norte da Europa quando alguém perturbava a ordem dos deuses, em outras palavras, um método de execução por vingança. Eu achava engraçado como os humanos encontravam pretextos para causar sofrimentos cada vez piores em seus semelhantes. Consistia em realizar um corte no caminho da coluna vertebral e assim ter acesso ao tórax, logo após as costelas eram quebradas e retiradas para fora do corpo dando um aspecto de que o condenado possuía asas. O processo de acordo com os relatos era feiro com a vitima viva e consciente e dizia ser bastante demorado.

    Imediatamente segui para as grandes terras nórdicas, o frio nem de longe me atrapalhava, no entanto era um incomodo pra mim como uma farpa que sempre te lembra de que ainda esta lá e que independente do que faça dificilmente conseguira retira-la facilmente.  O vento frio foi à primeira coisa que senti ao sobrevoar a cidade que iria encontrar minha cobaia, o dia estava para se acabar e a noite e a escuridão cobriam vários cantos da cidade e pelo que via não encontraria pessoas andando tranquilamente pelas ruas gélidas, com exceção de uma raça de vermes miseráveis.

    Precisava de alguém para ser minha diversão e quem melhor do que seres insignificantes que ao sumirem ninguém sentiria falta? Consegui um cavalo facilmente, estava vestidos com roupas nórdicas um tanto comuns na região, no entanto que mostrava que possuiria alguns bens a mais que a maioria. Uma vez em cima do cavalo comecei a andar pelo breu das ruas e para minha alegria, não demorou...

    - Parou! Desce agora! – Gritou um dos homens que encontravam em cima de outro cavalo apontando uma adaga para mim. – Para! Parou ai, agora! – Ordenava os vermes enquanto tentava derrubar-me do cavalo, eu apenas sorria. Ladrões... Tenho lembranças destes vermes quando era criança e ainda trabalhava para meu pai. Havia dias que mal tínhamos o que comer e esses desgraçados apareciam para tomar de nos o que lutamos para conseguir com nosso suor. Sempre me perguntei o que eles achavam que eram? Melhores? Será que se acham mais dignos de possuir alimento e bens que os demais? Será que se acham melhores para não ter que se esforçar para conquistar suas próprias conquistas? Provavelmente muitos estavam desesperados para conseguir um pouco do carregamento de opio, mas para mim independente dos motivos eram seres que deviam morrer da pior forma que se poderia sofrer, e eu estava tão contente que finalmente poderia fazer isso.

    Desci do cavalo enquanto um deles descia igualmente sorrindo diante de sua nova vitima que encheria seus bolsos. Mas para sua surpresa algo os parou, uma força que os impedia de se mexer ao tempo que atraia os mesmos ao chão. Minha visão caminhando até eles foi a ultima coisa que viram antes de perderem a consciência.

    Estávamos no porão de um estabelecimento que foi “Cedido” para realizar minha nova brincadeira. Um dos homens estava sentado e amarrado em uma cadeira diante de seu amigo que esta sendo sustentando no ar por cordas amarradas em seus braços presas ao teto e seus pés presas ao chão. Ambos estavam desesperados, entre tudo fazendo mais ameaças vazias que eu julgaria prudente em sua situação atual.

    - Você não sabe com quem esta mexendo! – Falou o individuo preso às cordas.

    - Ah sei sim, vermes imundos, insignificantes, miseráveis e que merecem o pior do inferno... Olha que interessante? Por isso estou aqui! – Disse enquanto ria histericamente e minha aura assassina emanava por todo o ambiente. Nesse momento os gritos de terror eram tão constantes que me perguntava de onde tiraram tanto ar de seus pulmões. Saquei uma adaga preparada para aquele processo, ela estava quente para quando fosse realizar o corte a ferida ficasse cauterizada e evitasse um sangramento desnecessário, prolongando o tempo de vida do ladrão. Passei a faca e pude sentir o cheiro da carne queimando e do sangue evaporando em contato com a lamina, o homem gritava em desespero a cada centímetro que eu lentamente passava a adaga. Por fim o homem que antes se achava superior chorava como a maioria de suas vitimas, e continuou a berrar ainda mais quando finalmente peguei pelas extremidades e com um puxão abri suas costas desgrudando a pele da carne. O homem vivia e gritava por socorro, mas ninguém o ouviria, e mesmo que ouvisse ninguém iria querer socorre-lo... Isso era extremamente empolgante e gratificante. Os passos a seguir eu realizei com cuidado para evitar pontos vitais, com cuidado quebrei suas costelas no ponto que se juntam a coluna vertebral. Cada uma que quebrava eu puxava-as para fora, no entanto não retirava de seu corpo. A cada vez que fazia aquele processo eu sentia uma descarga de prazer, pois cada segundo que se passava o homem gritava de dor como se cantasse a meus ouvidos

    - PARA! AHH! – Gritava enquanto se engasgava com uma mistura de saliva e sangue. Suas tentativas falhas de se soltar apenas o machucavam mais... Todavia vê-lo se contorcer de dor era extremamente divertido. Por fim eu desejei que o homem tivesse mais costelas, pois já havia realizado o procedimento em todas e realmente parecia que o mesmo possuía assas. Seu amigo chorava... Ele sabia que algo aconteceria com ele, apenas desconhecia do quando e como, mas a certeza o corroía ao tempo que tentava aliviar o sofrimento do amigo.

    - Se acalme, logo estará passando pelos portões de Valhala! – Disse o amigo tentando conforta-lo, até que eu tive de interromper.

    - Não acredite nisso! – Disse sorrindo. – De acordo com a cultura de vocês e seus ensinamentos para alguém que foi condenado a Asa de Sangue poder entrar em Valhala, teria que passar pelo tormento sem gritar... E seu amigo aqui não foi muito bem nesta tarefa. – Falei quando finalmente puxei seus pulmões para fora enquanto o mesmo ainda respirava. Um grito mais forte que os demais ecoou, provavelmente até para fora do porão. Foi interessante ver o órgão murchando enquanto o grito saia por sua boca.  – Viu só? – Falei de maneira debochada para o homem sentado que olhava agora com uma expressão de terror, mas suficientemente em choque para que não expressasse nenhum som. Voltando a atenção ao homem alado, vi que por conta do pulmão ainda estar conectado ao resto do corpo, o mesmo enchia de ar como a respiração dolorosa do mesmo, e esse movimento faziam as costelas se mexerem como o bater de asas... Era uma visão no mínimo artística e bela. Joguei sal e limão em nas feridas o que fez o mesmo tremer como se estivesse entrando em choque, aquele momento ele já não gritava mais. Sentei-me a sua frente pelos longos minutos que antecederam a sua morte apreciando a linda obra prima que havia criado. Quando a morte o recolheu, vi seus olhos perderem o brilho, o pássaro deu seu ultimo bater de asas para somente bate-las novamente no inferno aonde iria recebê-lo com jubilo. E quanto ao outro homem? Isso é uma historia que deixarei para o próximo capitulo.

    Enfim, o método “Asa de Sangue” foi um dos melhores e mais belos que pude realizar, necessita saber evitar pontos vitais, no entanto, de resto apenas dificuldades simplórias que facilmente valem a pena o esforço. Causa um sofrimento agoniante ao extremo e uma morte bem lenta, ao tempo que cria uma linda obra de arte.

    Lembrete: Recomendar para senhora Pandora colocar alguns como decoração nas prisões do inferno.


     








    Última edição por Akkarin de Wyvern em Dom Out 15, 2017 3:08 pm, editado 1 vez(es)


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    Re: Novas Lendas - Akkarin Vixmalun

    Mensagem por MOD Sayuki de Benu em Dom Out 15, 2017 2:08 pm

    Avaliação: Diferente dos textos anteriores, o requinte de crueldade deste foi deveras, apreciador de se ler. Espero ansiosa por novas torturas.

    Não houveram erros aparentes que estragassem a leitura.


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    Re: Novas Lendas - Akkarin Vixmalun

    Mensagem por Akkarin de Wyvern em Dom Out 15, 2017 3:08 pm



    Os Quatorze Prazeres de Akkarin






    Capitulo 4 - Escafismo







     

    Vou lhes ensinar desta vez um tipo de condenação que posso considerar umas das piores da lista se não a pior delas. O Escafismo, ou “Suplicio dos Botes” como também é conhecido, é um método de execução utilizado pelos persas que rivalizam com todos demais bárbaros em crueldade de suas execuções. Já havia ouvido falar dele antes em meio as minhas pesquisas, todavia optei por testar em outro momento, pois a mesma requeria muito tempo e atenção que certamente não poderia dar com a ansiedade que tinha de me divertir rapidamente. O método consiste de prender um bote em cima de outro de maneira que pareça uma caixa, neles são abertos buracos no qual passariam a cabeça e os membros do condenado. Logo que o mesmo estivesse preso lá dentro, ele era alimentado com uma mistura de leite e mel constantemente até o ponto que náuseas e diarreia eram tão constantes como sua alimentação. A mistura era aplicada em seu rosto e em todos os membros expostos, até que por fim o bote era colocado em um lago ou em lugar que existia agua parada e exposta ao sol. O doce atraia as moscas e variados insetos que assim como os vermes que se desenvolviam em suas próprias fezes liquidas começavam a devora-lo vivo de maneira lenta e um tanto dolorosa. Durante o tempo que vivia continuava a ser alimentado pela mistura antes citada para evitar a morte por fome e desidratação e prolongar a dor e a agonia da vitima. No entanto este método pode levar até vinte dias para que a vitima sucumba ao suplicio. Por este simples motivo havia adiado o experimento, entre tudo estava eu ali com um dos ladrões ainda vivos e me veio um pensamento. – O que seria mais poético do que um verme ser devorado por outros vermes?

    Voei com o homem para as terras da Pérsia onde poderia achar o que precisava mais facilmente, de fato aquele método era bem utilizado por ali, pois em variados lagos os botes jaziam em meio a gritos abafados que ninguém poderia ouvir, ou não se importariam se ouvissem. Achei rapidamente o que precisava assim como um local um tanto quanto reservado, e quando menos esperava meu amigo Rafik já estava em seu bote. Sim, descobri o nome dos dois miseráveis durante a viajem. Alabe morto anteriormente e Rafik que brevemente teria seu fim... Na verdade não tão breve assim.

    Alimentei o homem e no inicio parecia algo agradável, dar de alimento na boca de um miserável não era bem a parte mais divertida, todavia era a parte mais importante. Ele chorava alegando que não mais conseguia comer, mas eu o forçava de maneira ou de outra... Pode sentir quando o mesmo liberou seu excremento dentro do bote o que mostrava que a hora havia chegado, cobri o resto do corpo com a mistura de mel e leite e empurrei seu bote amarrado a uma corda para que pudesse puxa-lo nos seguintes dias. Os primeiros dias não se via muito diferença, claro... O cheiro era a mais pura podridão e os insetos já cobriam o seu corpo.

    - Me diga Rafik, como é ter vermes em cima de você lhe incomodando e sugando tudo que você tem? – Perguntei com a voz carregada de ironia.

    - Por... Faa...Vor. Me aju... Da. – Falava com dificuldade enquanto engasgava com sua grosa saliva.

    As coisas começavam a ficar interessantes, o alimentei mais uma vez e o processo continuou. Por muitas vezes, pude ver os insetos pousando em cima de sua pele já queimada pelo sol, seu grito de agonia me fizeram sorrir. O processo se alongou por mais alguns dias e pude ver a pele do homem tão negra como a escuridão do inferno, sua carne estava necrosada e se estendia para o interior do bote onde não poderia ver. A dor era imensa e seus gritos aumentavam a cada dia, seu corpo fedia a podre e seus olhos já mal podiam enxergar uma vez queimados pelo sol e danificados por pássaros e insetos. Entre tudo no decimo sétimo dia as coisas estava um tanto diferentes, seus gritos não ecoavam mais e o mesmo apenas tremia com se estivesse em crise. Quando o puxei de volta seus braços nem pareciam mais humanos no nível de decomposição que se encontravam, mas algo me deixou curioso... Havia um estranho barulho de carne revirando-se dentro do bote, com um puxão consegui separar a “Tampa” no barco que o homem estava deitando e recebi uma onda de cheiro de carne putrefata assim como uma enorme quantidade de moscas escaparam de lá de dentro como se uma bomba de insetos tivesse sido jogada. Olhei finalmente para dentro... Era uma visão terrivelmente nojenta, mas muito compensadora e satisfatória, sua barriga mal podia ser vista, pois incontáveis larvas o cobriam, sua carne era exposta assim como seus órgãos interiores. Vários insetos diversificados e ainda mais vermes saiam por debaixo de cada dobra que seus órgãos poderiam proporcionar, e melhor de tudo? Ele ainda estava vivo e tremendo apático. Pode ver seu fim finalmente chegando quando o mesmo parou de tremer e respirar, de sua boca aberta saiu duas baratas e uma lacraia que provavelmente fizeram sua refeição no estomago e boca do homem.

    Enfim, o escafismo é um método muito demorado e que requer alguns recursos com certa abundancia, no entanto nada mais mostra o poder da natureza de causar dor do que este método. Proporciona uma agonia inimaginável derivado a sua tortura física e psicológica, uma execução lenta, dolorosa e humilhante.


     








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    Re: Novas Lendas - Akkarin Vixmalun

    Mensagem por MOD Sayuki de Benu em Dom Out 15, 2017 3:31 pm

    Avaliação: Eu prefiro não comentar sobre o que senti durante a leitura....

    Não houveram erros aparentes que estragassem a leitura.


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