Fórum interpretativo dentro do universo de Saint Seiya.


    Teste de Template

    Compartilhe
    avatar
    MOD Ben de Necromancer
    Estrela Celeste
    Estrela Celeste

    Mensagens : 50

    Status
    Nível: 5
    HP/Cosmo: 600/600
    Sentidos: 6° Sentido (V. Som)

    Teste de Template

    Mensagem por MOD Ben de Necromancer em Sex Set 29, 2017 10:30 am

    Benhardt Heinz

    Paixão Pela Obsessão
    1747


    Quatro anos se passaram desde a morte de Karl e Krieg. Num local novo, Doutor e Benhardt acompanhavam a brutal guerra civil que assolava a região, corpos em abundância permitiram que Benhardt ficasse um tempo sem precisar forjar feridos e cadáveres. O desenvolvimento das técnicas era real, e Benhardt já seria capaz, com os equipamentos certos, de fazer feitos admiráveis na medicina para a época, e para sua idade também.

    Com muito trabalho, servindo ao corpo de guerra local, a dupla contrataria auxiliares temporários, que estariam para algo próximo de enfermeiros. Uma das auxiliares chamava-se Svenja, era jovem, desimpedida, bela e adorava chegar mais cedo ao serviço para ficar na equipe de apoio a Benhardt, quem admirava muito. Svenja se apaixonou por Benhardt, cuja a única paixão era a medicina. Levariam meses para Benhardt notar a simpatia da jovem, e então poucas semanas para trocarem beijos. Benhardt conheceu a família da moça, todos adoraram o jovem promissor.

    Em algumas semanas o casal estaria se entregando aos prazeres da carne, e seria na sala de dissecar cadáveres. As unhas de Benhardt marcariam a alva pele da jovem, já suada, e sua língua deslizaria pelo pescoço. A respiração ofegante embaçava os vidros dos armários, onde Svenja colaria o rosto já suado, ficando inclinada sobre os joelhos na mesa, deixando sua intimidade erguida sob comando das mãos hábeis de Benhardt que usaria a língua para beijar Svenja em toda sua intimidade feminina. As mãos de médico eram acostumadas com corpos frios, Benhardt exagerava nos puxões e tapas, enquanto Svenja, diferente de um cadáver, reagia com expressões a cada movimento, estavam vivos, estavam excitados.

    Os dias foram se passando, Svenja descobriria algo que mudaria sua vida para sempre: estava grávida. Desesperada contou para Benhardt, que sorriu, prometendo-a pedir em casamento. Como uma surpresa para Doutor, que era a única família de Benhardt, ele pediu que Svenja guardasse o segredo da gravidez de todos, assim como o casamento, Benhardt queria fazer uma surpresa para Doutor, que segundo o jovem, jamais havia conseguido ter filhos.

    Os meses se foram bem rápido, e numa noite, no alto dos 3 meses de gravidez, Svenja chegou desesperada ao casarão que usavam como ponto médico. Seus pais haviam partido, deixaram um bilhete de despedida. Benhardt se manteve tranquilo, disse que ela não precisaria se preocupar com nada, pois sempre estaria com ela. Benhardt disse que tinha uma surpresa para Svenja, desceu as escadas do porão da morada, estava escuro. Haviam sons, como se alguém resmungasse. A luz se acendeu, Doutor descia as escadas atrás da dupla, Svenja teve medo, quando terminou as escadas viu seus pais acorrentados com as bocas amordaçadas.

    Svenja gritava, ficava em pânico. Benhardt sorriu aplicando uma injeção no braço da jovem que desmaiaria na sequência.

    - Minha mãe dizia que a família precisava estar sempre unida. –

    [Doutor] – Ótimo trabalho, Benhardt. Eu fiz os exames, o pai dela realmente tem 6 dedos no pé esquerdo, e a mãe está saudável. –

    O pai de Svenja só chorava, e era de raiva, seus olhos estavam vermelhos, amaldiçoava a dupla médica mentalmente. A mãe em desespero olhava para a filha balançando a cabeça negativamente para Benhardt, como se implorasse pela vida dela. Benhardt olhou bem para a sogra, seus olhos eram serenos.

    - A senhora faz bordados há muitos anos. Não teve uma educação tão fina, sei que deve ser difícil entender, mas somos estudiosos. Sem nós, os soldados não estariam tendo suas vidas salvas. Isso não é algo que uma bordadeira ou um carpinteiro possam entender. Não é, meu sogro? –

    Svenja acordaria presa numa maca, nua. Seu pai estava numa cadeira, com o sangue sendo drenado. A mãe estava nua presa em outra maca. Svenja sentiria um beijo molhado na testa, os lábios eram frios.

    - Vai dar tudo certo. Você é realmente perfeita. –

    Doutor chegaria com um caderno em mãos, a bandeja de instrumentos estava cheia.

    [Doutor]: - Experiência número 122 tendo início. O propósito é saber as diferenças entre o corpo feminino no estado de gravidez, e fora dele. Dando início ao procedimento 1, análise do tempo de sangramento. – doutor fazia um corte no dedo indicador de cada uma das pacientes, e assim a experiência teria início.

    Benhardt havia arriscado alto, e não teria feito se não fosse um tempo de guerra. Para as demais pessoas da região, Svenja e sua família tinham partido em desagrado ao namoro desta com Benhardt. Durante a experiência a mãe de Svenja acabou morrendo em decorrência de uma infecção. O pai serviu como doador de sangue, e teve o pé dissecado após a amputação. Os corpos dos sogros foram incinerados, enquanto Svenja manteve-se viva até os 7 meses de gestação, quando obteve a mesma infecção que a mãe. Doutor percebeu que o local não era de fato limpo o suficiente para fazer cirurgias.

    Sem levantarem suspeitas, Benhardt e Doutor continuaram a ter apoio dos militares, salvando muitas vidas, e Benhardt, visto como o jovem abandonado por sua amada, namoraria outra pessoa, desta vez em segredo, pois era uma viúva. Benhardt era incapaz de se interessar por alguém mais do que pela sua arte, e passou a seduzir mulheres com o único intuito de usá-las nas experiências. De andarilhos a pessoas com vínculos sociais, todos agora corriam perigo diante da obsessão do jovem Benhardt, ou como o chamavam: Doutor Benhardt.



    Necromancer
    Estrela Celeste do Espírito

    |||||||||||||||||||||||||||||||||||


    __________________________________



      Data/hora atual: Seg Jan 22, 2018 5:01 am